Nossa Frota

Frota Moderna e Totalmente Equipada

Nossa frota é uma das mais modernas do país. O clube está equipado com planadores de última geração, fabricados em fibra de vidro e são, em sua grande maioria, importados. Veja a seguir a história sobre cada aeronave de nossa frota.

GROB 109 B

É um motoplanador de dois lugares em que o piloto e o passageiro ou o estudante sentam-se lado a lado, podendo decolar sem o uso de um avião rebocador, possui excelente     visibilidade fornecida por suas grandes janelas.
O Grob 109B, conhecido na RAF como T1 Vigilante, é utilizado pela Royal Air Force para treinar cadetes através da indução ao Voo a Vela.
O G 109 foi o primeiro motoplanador construído em material composto homologado pela Administração Federal de Aviação.
No APP, o Grob é utilizado na Base de em Jundiaí para o voo de instrução e preparação de pilotos para o voo a vela puro, para re-checks, comprovação de experiência recente e voos de demonstração para aspirantes a alunos, o que facilita a operação e instrução de planadores no aeródromo que hoje possui torre de controle, trafego intenso e espaço aéreo reduzido e controlado.

 

 


 

SZD-50-3 PUCHACZ

A Polônia fabrica bons planadores desde a década de 30. O SZD-50 Puchacz voou pela primeira vez em 1976, tendo sido concebido para instrução avançada e “cross country”. É um biplace resistente, elegante em fibra e fácil de voar. O plexi, que cobre os dois assentos em tandem, é uma peça única que permite ótima visibilidade para os dois ocupantes.

A cabine é espaçosa principalmente no assento traseiro. Conta ainda com cinto de segurança de cinco pontos e o planador tem freios aerodinâmicos extremamente eficientes.
Um detalhe que deixa os passageiros muito curiosos: tem toalete a bordo nos dois assentos. Voando a 89 km/h tem planeio de 1:30 e o peso máximo de decolagem é de 570 kg.
Construído pela PZL-Bielsko, é considerado um dos melhores biplaces disponíveis para instrução. Foram construídos cerca de 300 unidades, tendo sido exportado para inúmeros países. No Brasil voam nove segundo o RAB Registro Aeronáutico Brasileiro).

 

 


 

PW-5 SMYK

A procura incessante pelo melhor desempenho e quebra de recordes por um lado leva ao desenvolvimento do próprio esporte, mas por outro eleva consideravelmente o preço dos equipamentos para competição. A conseqüência mais visível é o afastamento de praticantes do vôo a vela pelo encarecimento dos planadores.
Uma alternativa inteligente aplicada em campeonatos nacionais para nivelar pilotos com máquinas modernas diante de outros com aeronaves mais antigas é a aplicação de handicap, um modelo matemático que considera o desempenho de cada máquina no dia de prova e que nivela a pontuação de maneira que se conheça qual é o melhor piloto. Essa metodologia, no entanto, sempre gera conflitos e dúvidas.
Outra saída para nivelar os pilotos é a disputa de provas com equipamento padrão. Se todos voam nas mesmas condições atmosféricas em equipamento exatamente igual, vencerá o piloto mais habilidoso. Esse conceito foi criado já nos anos 30 com a abertura de um concurso para escolha de uma aeronave com 15 metros de envergadura que permitisse a competição já na Olimpíada de 1940 que ocorreria em Helsink, Finlândia. O escolhido foi o DFS Olympia projetado em 1939, veio a II Guerra e o resto todos já sabem.
Mas o problema persistia com planadores cada vez mais sofisticados e caros. Por volta de 1990 a idéia foi retomada com especificações para um concurso aberto que tivesse o objetivo de escolher um planador do que se convencionou denominar de Classe Mundial.
Com desenho moderno e custo FOB por volta de USD16.000,00, o vencedor foi o planador PW-5, projetado na Universidade de Varsóvia. Construído pela PZL-Swidnik, o protótipo voou em 1992 e a primeira aeronave saiu das linhas de produção em 1993.
O PW-5 tem ótima ergonomia com posição de pilotagem extremamente confortável. Os controles não exigem muitos movimentos para surtir efeito. A aeronave pesa 190 kg vazia e é de fácil montagem e desmontagem. Tem planeio de 1:32 voando a 88km/h. Sua vida útil é estimada em 9.000 horas. 

Foram importadas sete unidades, sendo uma em 1997 e as demais em um único lote em 1998.

 


 

SZD-48-1 JANTAR STANDARD 2

Foi o primeiro planador polonês inteiramente em fibra de vidro, com desenho básico muito parecido entre as diversas versões (SZD-38, SZD-41, SZD-42, SZD-48): monoposto, trem retrátil, variando entre os modelos a envergadura, existência ou não de flaps e outros detalhes.
A série que foi importada e equipa vários aeroclubes é o SZD-48 Jantar Standard 2 com 15 metros de asa, cauda em “T”, planeio de 1:38 a 120 km/h, lastro de água de até 150 litros em dois tanques nas asas e peso máximo de decolagem de 540 kg.É um planador de competição, tendo participado de vários campeonatos mundiais. Foram construídos 700 exemplares, existindo quarenta e oito registradas no Brasil.